E pela primeira vez, em oito meses, foi tudo tão diferente... o beijo ("felizmente") não teve o mesmo sabor; os olhares não passavam nenhuma emoção, pareciam simplesmente duas lagoas rasas; a pele dele nem ao menos me esquentou; foi tudo tão mecânico, tão sem sentido, tão frio! Quando cheguei em casa o buraco que sempre latejou no meu peito todas as vezes que ele partiu, não doeu; a minha cabeça se ocupou com outras coisas com maior facilidade e eu não tive tempo, nem vontade de sentir a falta que ele me fazia; as palavras deixaram de ecoar em minha mente...
Agora tudo não passava de um vazio, mas dessa vez, um vazio bom, um vazio que eu precisava, um vazio que talvez signifique a mudança que eu esperei por tanto tempo, talvez o vazio que me dê o "passe livre" pra um novo amor, pelo qual eu espero e almejo!
muito bem, estou feliz comigo mesma, voltei a "cair na real"!
terça-feira, 13 de julho de 2010
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